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| Por:Setor de Imprensa em:28/7/2010 | |||||
| Seção:Geral |
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Delegações de todo o país participam do XII Enem
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Os porta-vozes dos 354 mil médicos brasileiros compareceram, nesta quarta-feira (28), ao credenciamento do XII Encontro Nacional das Entidades Médicas (Enem) trazendo os anseios políticos e sociais dos médicos de seus Estados.
Eleitos para eleger os temas prioritários e o posicionamento das entidades médicas nacionais – Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Federação Nacional dos Médicos (Fenam) – diante dos principais desafios que permeiam o trabalho dos médicos brasileiros, os delegados representam os 26 Estados brasileiros e o Distrito Federal. A delegação do Amazonas, por exemplo, trouxe nove representantes para os 3.677 médicos do Estado. Para Antonio de Padua Quirino Ramalho, 2º secretário do Conselho Regional de Medicina do Amazonas (CRM-AM), os médicos devem retomar o protagonismo que assumiram no país. Ele citou a falta de médicos no interior, a dificuldade de fiscalização do exercício profissional nas áreas de fronteira e os altos custos para atualização profissional como problemas característicos do Estado. Jose de Nazare Valmont Franceschi, presidente do CRM-AM, reforçou as características peculiares da região, do ponto de vista geopolítico, e enfatizou a dificuldade de atualização profissional e de incorporação das novas tecnologias. “O Código de Ética Médica nos manda fazer o melhor e o melhor é o mais novo e o mais atual”, afirma. Representando o Estado de Roraima, o conselheiro suplente do CFM, Mauro Asato, também apontou as principais dificuldades de seu Estado – que, no XII Enem, é representado por três conselheiros regionais e dois conselheiros federais (Asato e Paulo Ernesto Coelho Oliveira). Além disso, foi convidado o residente Rodrigo Dias para participar como observador. “No extremo Norte, temos acesso difícil e dificuldade em termos de procedimentos de alta complexidade e recursos humanos”, comenta Asato, sobre as condições dos 580 médicos no Estado. Segundo Asato, a expectativa é que o XII Enem contribua para a construção de uma política na qual se consiga melhores condições de trabalho e que a profissão seja valorizada e remunerada de maneira adequada. O presidente do CFM, Roberto Luiz d’Avila, falou, durante o credenciamento, sobre a importância do trabalho conjunto entre as três entidades médicas nacionais. “A expectativa é de entrosamento cada vez maior entre as entidades. Nesses três dias vamos tomar decisões importantes para o movimento médico e agir efetivamente naquilo que é melhor para os médicos e a sociedade brasileira”, diz. |
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